Mãe Malvada

domingo, 28 de fevereiro de 2010
De MÃE, médico e louco todo mundo tem um pouco!
E eu era uma mãe muito malvada antes do Davi nascer...
Colocar uma criança para dormir na minha cama, entre mim e o meu marido?! JAMAIS!!
Ficar com criança o dia todo no colo?! Nem pensar! Deixa chorar, que uma hora pára!
Bom, cuspi pra cima, mas foi bem pra cima mesmo, num ângulo de 90º. Sabem o que aconteceu, né?!... Tudo o que sobe, desce!
O fato é que o Davi dorme entre mim e o meu marido desde o dia em que nasceu, e continuará a dormir. O plano é tirá-lo de lá aos poucos só no final do ano (será melhor deixá-lo conosco durante o inverno). Primeiro colocaremos o berço dele no nosso quarto, e só depois o berço irá para o quarto dele.
E quando o assunto é colo, piorou! Gente, acho que vou começar a usar fralda geriátrica, pois não consigo deixar o Davi nem para ir ao banheiro. Esses dias, fui tomar banho somente às 3:00 horas da madrugada, pois foi o momento que consegui deixá-lo dormindo, alimentado, limpo, quentinho, em paz e seguro na presença do pai.
Agora, quando alguém me fala para deixá-lo chorar um pouquinho, não critico e penso: "Já fui uma mãe assim um dia."
Graças a Deus, o Davi me tornou uma mãe melhor.

Chorou?! Dá-lhe a chupeta!

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

...Como disse: "E quais são as melhores escolhas?", pois antes do bebê nascer já temos que escolher várias coisas: roupinhas, a cor do quarto, decoração, os móveis...
Enfim, são tantas coisas para se preocupar, escolher e comprar! E entre as coisas que comprei estava lá: A CHUPETA!
E enquanto o bebê não nasce, está tudo bem, mas quando começa a choradeira vem a dúvida: Dar ou não dar a chupeta?!
Fui pesquisar e descobri que a criança tem uma necessidade natural de sugar, que deveria ser satisfeita ao mamar. O que acontece é que quando o seio está muito cheio, sacia-se a fome, mas a vontade de sugar permanece.
A solução seria ordenhar um pouco o leite antes da mamada para que o peito, não muito cheio, possa saciar tanto a fome, quanto a necessidade de sucção.
O uso da chupeta pode causar desmame precoce, o que seria péssimo, visto os grandes benefícios da amamentação exclusiva até os seis meses de idade.
Além disso, a sucção da chupeta prejudica a mastigação, a deglutição e a fala, pois deixa os músculos das bochechas, lábios e língua flácidos e pode trazer alteração na arcada dentária.
Ainda (como se não fosse o suficiente), a respiração também se altera, fazendo com que a criança respire pela boca. A respiração oral causa alteração na postura e sono agitado, com ronco e baba.
A sucção digital (do dedo) NÃO é menos prejudicial para a criança, mas é uma ação natural, e está facilmente ao seu alcance, ela mesma é capaz de se conter, de se acalmar, sem ajuda externa. Desde que chupar o dedo não consuma uma parte excessiva da vida do bebê, nem se torne uma maneira de fugir de todo tipo de pressão, os pais não devem se preocupar. Mas se o dedo é um recurso próprio e natural da criança, por que não deixá-la tentar resolver suas próprias angústias?
Muitas vezes a criança está chorando por outro motivo qualquer, por querer carinho, ou estar com fome, frio ou sujo, não apenas por precisar sugar, mas o hábito é instalado indiscriminadamente. Chorou?! Dá-lhe a chupeta!
O principal argumento para a preferência à chupeta é a facilidade de tirar o hábito. Será?! Dificilmente uma criança ativa chupa o dedo, pois este comportamento atrapalha as suas brincadeiras, para tirar o hábito de sugar o dedo, basta distraí-la para outra atividade que tenha que fazer uso das mãos.
Sendo assim, decidi deixar a chupeta que comprei bem longe do Davi. Decidi dar o melhor ao meu filho e deixá-lo resolver suas próprias angústias, pois assim já vou ensinando a tornar-se uma pessoa autônoma e independente.
É isso aí! Mãe é uma fonte que jorra sentimentos e emoções, mas também precisa ponderar e ser bem racional.
Sei que escolhi a melhor opção!

Na foto:
Davi chupando o dedo assim que nasceu.


Referências de pesquisa:

Artigo: Chupeta: Uso Indiscriminado?

Saudade da Barriga?!

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
Eu curti muito a minha gravidez, e fiz questão de fotografar minha barriga em todas as etapas, semana após semana.
Esperei ansiosamente que o Davi começasse a se mexer, e depois que começou... não parou mais, é claro. No final da gestação diziam que iria diminuir por falta de espaço. Que nada! Sentia cada vez mais forte.
Sentir aquela pressão do bebê se mexendo dentro de você é maravilhoso, motivo de inveja dos papais. Coitados! No começo mal conseguem sentir nem ao colocar a mão sobre a barriga.
Às vezes eu me sentia uma mentirosa: "Amor, corre! Tá mexendo bem aqui! Aqui, ó...". Super empolgada e ele com aquela cara de... de.... sei lá de quê!
Não poucas vezes me recomendaram: "Aproveita porque passa rápido" ou "Depois vai sentir saudade da barriga, você vai ver!", e embora eu tenha curtido cada segundo, não tenho nenhuma saudade da minha barriga.
Hoje não existe a curiosidade, mas a certeza. Sei como é o Davi, posso não só sentir seus movimentos, como posso vê-lo se movimentando, vê-lo sorrir, sentir sua respiração ao afagá-lo em meu colo, posso abraçá-lo, beijá-lo, sentir seu cheirinho, acariciá-lo...
E o principal, hoje sei o que é ser mãe, sei o que é amar na sua forma mais pura e incondicional!
Sei que estou vivendo a melhor fase da minha vida, e não tenho como sentir saudade do passado, quando sei que o meu melhor momento é o presente!

Amamentãção e Obesidade

sábado, 20 de fevereiro de 2010
Sobrepeso e obesidade estão ligados à fase de amamentação

Risco de sobrepeso é maior quando bebês comem papinha antes dos seis meses

Esperar mais tempo para começar a dar alimentos sólidos a recém-nascidos pode evitar com que eles se tornem adultos gordinhos.

Segundo um estudo da Universidade de Copenhagen (Dinamarca), quanto mais tarde as papinhas forem introduzidas na dieta dos bebês, menores são os riscos dessas crianças tornarem-se adultos com sobrepeso ou obesos. Ainda que os dados não sejam conclusivos, alguns estudos mostram que o leite materno protege a criança contra a obesidade.

A Organização Mundial da Saúde recomenda que os bebês sejam alimentados no peito, principalmente nos primeiros seis meses de vida. A pesquisa analisou pouco mais de 5 mil homens e mulheres nascidos em Copenhague entre os anos de 1959 e 1961. Nessa época, os pais eram instruídos a começarem a dar comida entre quatro e seis meses de vida da criança, mas muitos deles começavam antes.

Metade dos analisados foi alimentada com leite materno por pelo menos dois meses e meio. Enquanto outra metade, já passou a receber comida sólida a partir dos três meses e meio, em média.

Desses, 17% recebeu alimentos sólidos antes dos dois meses e 46% não começou a comer até os quatro meses. No primeiro ano de vida, bebês que eram amamentados possuíam menor Índice de Massa Corporal (IMC).

Os pesquisadores encontraram correlação entre a idade de introdução de alimentos e o IMC dos participantes na idade adulta. A cada mês de atraso de início de cardápio com alimentos sólidos, o risco de sobrepeso diminui entre 5% e 10%.

De acordo com a pesquisa, a melhor maneira é esperar até os seis meses de vida para começar a dar sólidos para os bebês, porém isso não significa ser rígido em relação a isso.

Pois alguns bebês precisam de alimentos complementares antes dos 6 meses, mas o ideal é não dar este tipo de comida antes dos 4 meses.


Fonte: Yahoo
http://yahoo.minhavida.com.br/conteudo/10964-Sobrepeso-e-obesidade-estao-ligados-a-fase-de-amamentacao.htm

Vídeo: Parto do Davi

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
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