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Almofada de Amamentação

terça-feira, 8 de abril de 2014
Olá, meninas!
Tudo bem?

Almofada de amamentação é um item que consta em sua lista de enxoval para o bebê?!
Na minha lista, sim, e é considerado um item essencial.

Na gravidez do Davi já havia lido sobre os benefícios de usar a almofada de amamentação, por isso eu mesma desenhei um molde e fiz a minha almofada, que ficou bem mais ou menos (pra não dizer que ficou uma porcaria). Mas, mesmo não sendo uma boa almofada, foi muito útil. Por causa da almofada conseguia posicionar melhor o Davi na posição adequada para amamentar. Seu uso evita as dores nos braços, ou nas costas, proporcionando maior conforto, e "salvando" a nossa coluna!

Dessa vez, já sabendo da utilidade do produto, não queria uma almofada "mais ou menos", queria uma de boa qualidade. Dei uma olhada em algumas lojas, mas nenhuma almofada me empolgou.

Então, um dia eu vi uma almofada de amamentação no quiosque da FOM, no shopping. Geralmente eu passo bem longe do quiosque, porque o Davi quer pegar TODOS os produtos, e eu morro de vergonha. Se bem que os vendedores devem estar mais do que acostumados com isso, pois até a gente tem vontade de ficar apertando as almofadas!
O Davi já tem uma almofada para pescoço da FOM, e conhecendo a qualidade, mesmo sem nem ter chegado perto, decidi no mesmo instante em que vi a almofada de amamentação, que aquela seria a almofada que eu usaria.

Essa foi a almofada que eu escolhi:
Almofada para amamentar - Loopy Florestinha
Bonita, flexível, maleável, gordinha e ergonômica, confeccionada com material antialérgico, antibacteriano e atóxico. Com enchimento de micropérolas de poliestireno, base em poliéster e a capa em microfibra de poliamida, é fechada com um zíper, tornando-se facilmente removível, facilitando sua lavagem.
O Kauai também tem a almofada Snap Florestinha (para combinar). Ela também é antialérgica, antibacteriana e atóxica, a base é em viscoelástico, e a capa em microfibra de poliamida. 
A almofada vem com uma capinha que facilita o transporte e possibilita o uso como uma almofada em formato de rolinho, para apoio, e a almofada não deforma, mesmo ficando enrolada dentro da capa! 

Dessa vez pude experimentar a almofada de amamentacão e usá-la de apoio em diferentes posições já durante a gestação.
Nessa primeira foto mostra como mais usei a almofada, abrindo-a e usando tanto como apoio para a cabeça como para a barriga, e dessa forma também proporciona o melhor posicionamento dos braços.
Na segunda foto, outra maneira que também achei muito útil, entre as pernas, para alinhar melhor a coluna, ao mesmo tempo que dá apoio à barriga.

Minha lombar sempre trava quando me deito de costas, muitas vezes pensei ser o nervo ciático, mas conversando com a minha sobrinha, que é educadora física, ela me falou que era um dos músculos flexores do quadril, o "psoas", e que sempre que me deitar de costas ou sentar dessa forma, deveria colocar uma almofada para apoio em baixo dos joelhos para aliviar a lombar.

E também usei bastante como apoio para a lombar, que na gravidez precisa de um cuidado todo especial!

Como podem ver, a almofada é um item multiuso, pois além de ajudar muito na amamentação, no conforto da mãe ainda durante a gestação, ainda poderá ser usado pelo bebê em diversas fases e ocasiões. Para que ele deite-se de costas, ou de bruços, quando estiver começando a se virar para engatinhar, ou como apoio para as costas quando estiver começando a sentar-se.

Na minha primeira gestação fiz uma escolha errada, investi numa poltrona de amamentação e quis economizar na almofada. Deveria ter feito ao contrário, dispensado a poltrona, que para falar bem a verdade, só uso pra jogar a roupa quando tiro do varal, e ter comprado uma boa almofada de amamentação, que é um item totalmente indispensável do enxoval!



Relato de Amamentação Prolongada e Desmame Natural

segunda-feira, 23 de setembro de 2013
Olá!
Hoje vim contar para vocês o meu relato de amamentação prolongada e do desmame natural do Davi.

Confesso que durante a gravidez do Davi o alvo das minhas pesquisas foi em relação ao parto, e não li muita coisa sobre amamentação, sabia apenas o principal, que o ideal era amamentar exclusivamente até os 6 meses, e em livre demanda, ou seja, sem horários pré estabelecidos. Também sabia que sentir dor ao amamentar, apesar de ser comum, não era normal, era sinal que a pega estava errada, e que se corrigisse a pega da mamada, tudo ficaria bem, e por isso prestei atenção em como seria essa pega correta.
Sabia da necessidade de sugar, mesmo quando a fome estava saciada. Tirando isso, acho que não sabia mais nada, mas confiava no meu instinto mamífero, no meu corpo e que qualquer dificuldade seria rapidamente superada, sendo assim, nenhuma mamadeira fez parte do enxoval.

O Davi nasceu no dia 31/12/2009 às 7h35, e em poucos minutos puder comprovar com meus olhos a sua necessidade de sugar, pois mamou de verdade nos primeiros minutos de vida, dormiu tranquilamente, mas também achou um jeito de se acalmar sozinho, chupando seu dedinho. Já nasceu "independente". Engraçado é que não sentiu muita necessidade de chupar os dedos novamente, de certo porque a amamentação foi suficiente para saciar suas necessidades.

O leite desceu no 3º dia, ainda bem que foi justamente no dia da visita pós parto da minha parteira, que me encontrou com os seios empedrados de tanto leite e pode me ajudar e me ensinar como fazer a ordenha manual.

O Davi sugava muito bem, sem preguiça, acho que por isso as mamadas eram bem curtas, raramente durava mais do que 10 minutos, porém, me solicitava várias vezes do dia e da noite. Algumas noites perdia a conta de quantas vezes amamentei, sei lá, umas dez vezes.

Com essa força toda de sucção ainda antes da pega ficar perfeita, é claro, os mamilos começaram a rachar. Fomos acertando a pega, ao mesmo tempo que dava um tempo de amamentar com a mama que estava mais sensível, enquanto cuidava com bepantol.

Logo a pega se acertou, os mamilos saravam e pudemos enfim curtir a melhor parte da amamentação, o apego, o aconchego. Ele ficava tranquilo, protegido e saciado em meu seio, e eu, igualmente, sentia-me satisfeita por conseguir nutrir, saciar e proporcionar tanto conforto à um ser tão dependente de mim como era meu filho naquele momento.

Amamentar meu filho era algo natural, normal, não importava a hora e o local. Recusava-me a "esconder-me" e não me intimidava com os olhares de curiosidade ou reprovação. Aliás, amamentar era praticamente um protesto, porque é simplesmente um absurdo que ainda exista tanto tabu com a amamentação, justamente em meio a uma sociedade de mamíferos.

E assim conseguimos completar o tempo, conforme orientação da Organização Mundial de Saúde, de 6 meses de amamentação exclusiva. Decidi não voltar a trabalhar depois da minha licença maternidade, e o grande motivo dessa decisão, foi por causa da amamentação, pois sabia que se eu voltasse, ele poderia continuar mamando, mas não seria amamentação exclusiva até os seis meses, e a introdução de alimentos teria que ser muito mais rápida também.

Com 6 meses comecei a oferecer papinha de fruta, aliás, melhor especificar que dava fruta amassada (pois já vi receita de papinha com açúcar dada pelo próprio pediatra). Essa introdução foi muito lenta, dei apenas frutas ainda por uns 2 meses, e quando comecei a oferecer papinha salgada, a introdução também foi lenta, respeitando o ritmo do Davi, dando tempo dele se acostumar com cada sabor novo que era oferecido.

Sendo assim, completamos a introdução de alimentos quando ele já tinha 1 ano, e até lá, o leitinho da mamãe continuou sendo seu principal alimento. Quase não comeu papinha, pois tão logo começou a comer, ele já estava preparado para comer a nossa comida. Como já falei AQUI no blog, quando essa fase chegou, sentava ele em meu colo (nunca tive cadeirão), e comíamos no mesmo prato. Ficava com o meu garfo e com a sua colherinha, então ia comendo e dando a mesma comida para ele. Aos poucos ele queria colocar a sua comida na boca, mas antes eu colocava a comida na colher, e aos poucos estava pronto para comer sozinho, então passei a fazer lhe um prato separado.

Bom, lembra daquela falta de vergonha de amamentar em público?! Tudo ficou diferente depois que o Davi fez 1 ano e meio, afinal os olhares não eram de curiosidade, mas de total repugnância, reprovação. Sentia-me muito mal, e não queria estar incomodada, pensando na reprovação dos outros enquanto amamentava, então quando percebi já estava amamentando apenas se estava em algum lugar afastado dos olhares.
Nessa fase, lembro de uma vez estar na área infantil de uma grande livraria, o Davi queria mamar, mas eu o distraí com alguma coisa, e minutos depois, uma menina que devia ter cerca de 6 anos abre a bolsa da sua mãe, pega uma mamadeira. Aquilo foi um "tapa na cara", me senti péssima! Eu tinha vergonha de fazer algo que era certo em público, enquanto aquela mãe não estava nem se importando que a filha de 6 anos mamasse uma mamadeira em público.

Seguimos com a amamentação em livre demanda (menos em público), até os 2 anos e 8 meses, quando o Davi começou a mamar apenas para dormir, isso é, na hora da soneca da tarde, à noite, e de madrugada, e sim, ele ainda acordava durante a noite para mamar, e às vezes mais do que uma vez!

Com 3 anos ele começou a frequentar a escola no período da tarde, mas não abria mão da soneca. Chegávamos às 17 horas em casa, ele pedia para mamar, e dormia até as 19 horas. Depois de um tempo ele deixou de dormir à tarde, e também deixou de acordar de madrugada (graças a Deus), e por isso mamava apenas 1 vez, à noite, antes de dormir.

Então essa única mamada do dia começou a "falhar". Às vezes quando eu saía do banho ele já estava dormindo, às vezes a gente saía à noite e ele já vinha dormindo no carro e continuava dormindo depois que o colocávamos na cama. Algumas vezes ficava 2 dias sem mamar. Uma vez ficou três dias sem mamar. Confesso que no terceiro dia quando saí do banho e vi que ele já havia adormecido fiquei triste... Meu meninininho já era um rapaz! Não precisava mais de mim para adormecer, já era independente, e e logo vai querer morar sozinho (#aloka), por isso fiquei feliz que no dia seguinte ele me pediu para mamar.

Já sabia que ele estava pronto (até mais do que eu), e que se eu desse uma ajudinha ele seria desmamado. Então logo aconteceu novamente dele ficar 2 dias sem mamar, e no terceiro dia, quando ele pediu, eu falei: "Você já é um rapaz... Ontem você não mamou para dormir e nem antes de ontem, acho que você consegue dormir hoje sem mamar também. Vou ficar aqui com você, te fazendo carinho, até você dormir. Não vou dormir antes de você. Eu sei que você vai conseguir!". E ele dormiu até mais rápido do que eu imaginava. 
No outro dia fiz a mesma coisa, e no dia seguinte, nem precisei falar nada. Só fiquei ao seu lado e ele adormeceu.
Ficamos assim por uma semana, ainda em cama compartilhada, e depois desse tempo também começou a dormir em seu quarto, sozinho, sem nenhum problema. Então concluímos já 2 semanas de desmame e 1 semana que dorme em seu quarto.

E assim completamos essa fase, que durou 3 anos 8 meses e alguns dias! Missão cumprida sem traumas, com muita consciência, com muito prazer, amor, satisfação e alegria.



Amamentação Prolongada e Cama Compartilhada

sexta-feira, 26 de julho de 2013
Davi tem 3 anos e 6 meses e "ainda" mama, e "ainda" dorme com a gente.

Desde setembro do ano passado mama apenas para dormir, o que acontecia duas vezes ao dia, à noite e antes da soneca da tarde. Há uns 2 meses ele parou de dormir à tarde, por isso mama só à noite.
Antes de ontem ele estava brincando, e quando vi já estava dormindo no chão da sala, levei-o para a cama e continuou a noite toda dormindo. Ontem ele tomou banho e ficou na cama enquanto eu tomava o meu banho antes de dormir. Geralmente, quando tomo banho depois dele, o Davi fica na cama jogando ou assistindo algum desenho no iPad, mas dessa vez, quando abri a porta do banheiro, ele já estava dormindo. Foram dois dias sem mamar, e EU quase entrei em crise de abstinência, de separação. Por isso, acredito que logo estará desmamado, um desmame natural, sem traumas, depois de ter aproveitado ao máximo, todas as vantagens do aleitamento materno.

E sobre a cama compartilhada... Em maio minha mãe veio passar uns dias em casa, e por isso usamos nosso colchão inflável para visitas. Depois que minha mãe foi embora, resolvi aproveitar a oportunidade do colchão, que ele acha mais interessante que o berço, para tentar transferí-lo para seu quarto.
Eu passava a noite com ele, com intenção de, aos poucos, voltar para a minha cama, depois que ele pegasse no sono, mas ele começou a tossir muito durante a noite. Estava achando estranho, até que meu marido sugeriu que pudesse ser alergia ao colchão, já que ele mesmo não consegue ficar perto desse colchão inflável. Dito e feito! Voltei com o Davi para a nossa cama, depois de mais de 1 mês dormindo em seu quarto, e parou de tossir durante a noite. Enquanto não compramos uma cama e colchão para o Davi, ele continua com a gente, em nossa cama compartilhada. E com esse frio, fala a verdade, tem coisa melhor?! Plano adiado até o início do verão.
O único problema é que ele já está grandinho, e nossa cama de casal é do tamanho normal, se fossem como essas das imagens abaixo, ele ficaria dormindo com a gente até os 18 anos!

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Qualquer uma dessas daria conta, pelo menos enquanto temos apenas um filho, mas como pra ter uma cama desse tamanho, nosso quarto também teria que ser maior, não vai ter jeito... =(

Cada família sabe o que é melhor para si, se adapta e sente-se mais confortável de formas diferentes. Mas e você?! É a favor da amamentação prolongada e da cama compartilhada?!



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Bjocas!


Semana Mundial da Amamentação

segunda-feira, 1 de agosto de 2011
A atriz Juliana Paes é madrinha da campanha mundial de amamentação e aparece amamentando Pedro no cartaz.














Nesta segunda-feira,  Juliana Paes participou da abertura da semana mundial de aleitamento materno no Palácio do Catete, no Rio. 

Durante o evento, Juliana falou sobre a importância do leite materno, tirou muitas fotos e deu autógrafos para fãs mirins. Na solenidade, a atriz soltou balões para marcar a inauguração da semana.

Assista o vídeo oficial da campanha:

Amamentação

segunda-feira, 13 de junho de 2011
Oba! Hoje temos visita!
Karine, que é Nutricionista, é a nossa convidada especial, e nos falará sobre Amamentação!


Pode entrar, Karine!

A amamentação é a forma natural de alimentação do bebê nos seus primeiros meses (anos) de vida. Já é lugar-comum discutirmos sobre suas vantagens nutricionais, comentando que ele é o alimento mais completo e rico que seu bebê irá consumir em toda a sua vida. Isso mesmo!  O leite materno é o melhor alimento que conhecemos, rico em nutrientes, vitaminas e minerais na proporção ideal que seu bebê precisa e, além disso, vem de brinde uma série de agentes protetores (agentes imunológicos) que protegem seu filho de uma série de agentes patogênicos, que causam as doenças.

E o alimento é tão rico e ideal, que cada mãe tem um leite com uma composição diferente, especial para o seu bebê. Inclusive, cada momento da mamada tem uma composição diferente!

As vantagens não param por aí: é seguro (livre de contaminação), barato (de graça!), não produz lixo (latas, bicos, mamadeiras, bom para o meio ambiente) e fácil de usar. As mamadeiras estão prontas a qualquer momento do dia! Para a mamãe que amamenta, os benefícios passam de prevenir doenças como câncer de mama ao emagrecimento, a amamentação contrai o útero que estava do tamanho do seu bebê a aproximadamente o tamanho do seu punho fechado, e pasmem, gasta em média, por dia, as mesmas calorias que você gastaria correndo em uma esteira por 50 minutos!

Fora que o bebê cresce mais seguro e mais feliz. Existem centenas de estudos que indicam que protege a criança de doenças no futuro, incluindo obesidade. Posso afirmar, com certeza, que 95% das crianças obesinhas que passam em meu consultório não foram amamentadas pelo período correto.

Mas amamentar, por mais que seja natural, não é instintivo. E saber isso pode fazer a diferença entre amamentar ou não amamentar. Tem um monte de mãe super animada com a idéia, e na hora, não consegue. Estresse, falta de apoio e principalmente, falta de orientação. Podem acontecer rachaduras no bico do seio, machucar, doer. Mas tem como se prevenir ou curar estes machucados.

Existem hospitais que te preparam no pós-operatório para a amamentação, outros não. Existem profissionais dentro do mesmo hospital que estão preparados a ajudar, e outros não.  Tem mães que tem a sorte do bebê encaixar direitinho quando vêm da mão da enfermeira, outras não. Você, como mãe, tem que pedir ajuda. Se não for no hospital, seja na primeira consulta com o pediatra ou o nutricionista que lhe acompanhou na gravidez. Você tem que saber se a posição do bebê está correta, se a pega está correta, se você amamenta da forma certa, e só dá pra avaliar, se você amamentar em frente ao profissional. A maioria dos problemas relacionados à amamentação são corrigidos através de uma simples posição do bebê.

Por isso mamãe, tire a leoa de dentro de você e pergunte, pergunte, pergunte. Disso vai depender se você vai entrar nesta maravilhosa jornada que é a amamentação, tranqüila, sem problemas ou dor, só sentindo a maravilhosa sensação que é alimentar seu filho com o melhor alimento do mundo: leite materno com carinho, proximidade e afeto adicionado!

Karine Nunes Costa Durães
CRN 19.559

Mãe e Nutricionista
Pós Graduada em Nutrição Clínica em Pediatria
pelo Instituto da Criança do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicida da USP
Membro do Comitê Técnico Científico da Associação Paulista de Nutrição

Veja muito mais em seu Blog:

Conseguimos! 6 meses de amamentação exclusiva!!

segunda-feira, 5 de julho de 2010
Enfim, foram 6 meses de amamentação exclusiva, como recomenda a Organização Mundial de Saúde.

Não é novidade que o leite materno é o melhor alimento para o bebê, pois:
- Contém mais de 50 fatores de imunidade, sendo responsável pela proteção de diversas doenças;
- 6 meses de amamentação dão tempo do aparelho digestivo do bebê amadurecer completamente, evitando problemas digestivos, gases, etc.;
- Diminui os riscos de reações alérgicas;
- Protege o bebê de eventuais deficiências de ferro;
- Protege o bebê de futuros problemas de obesidade.

Isso sem contar os benefícios não citados nos estudos científicos:
- Praticidade. Não me imagino saindo de casa com uma frasqueira pra carregar mamadeira, ou levantar no meio da madrugada pra esquentar o leite.
- Ausência de menstruação. Que maravilha! Faz mais de 1 ano que não menstruo!!
- Ajuda a voltar o corpinho de antes da gravidez. Eu não só voltei ao peso, como estou mais magra do que antes.
- Economia! Uma lata de fórmula custa uma fortuna! rsrs

E não posso deixar de falar que é muito bom amamentar pelo vínculo de amor, pelo carinho entre mãe e filho que a amamentação proporciona.

Introduzirei alimentos sólidos a partir de agora, na maior calma do mundo, pois até 1 ano, o tetê da mamãe é o principal alimento do Davi e continuará mamando até quando ele quiser.

Na fotinha, a primeira vez que Davi comeu maçã... não gostou muito!

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